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[TV] Game of Thrones - Impressões sobre a Segunda Temporada


Domingo passado, saiu o penúltimo episódio da segunda temporada daquela que vem sendo apontada por muitos como a melhor série da atualidade. Sim, para a tristeza de todos, Game of Thrones está chegando ao fim. Mas a terceira temporada foi confirmada, e se os deuses maias forem justos, 2013 chegará com mais novidades dos Sete Reinos.




Este ano, a HBO investiu ainda mais na produção dos dez episódios que compõem a segunda temporada de Game of Thrones. Além de mais grandiosa, a série voltou mais polêmica do que nunca entre os fãs. Portanto, o NerdVerso resolveu fazer um balanço do que já saiu, com comentários e impressões sobre  algumas novidades apresentadas este ano. E como é de praxe, não faltaram comparações com os livros que deram origem à série televisiva. Porém, antes de continuar, deixo o aviso: por mais que tenha me preocupado em evitá-los ao máximo, pode ser que nos parágrafos a seguir  haja um ou outro spoiler.  Então, o ideal é que você tenha visto os episódios antes de seguir em frente.

Depois da incrível superprodução que foi a primeira temporada, de toda a repercussão atingida, do aumento colossal nas vendas dos livros e da fama mundial que o George R. R. Martin adquiriu, as expectativas acerca da nova temporada eram as maiores possíveis.

O segundo ano de Game of Thrones seria baseado quase inteiramente no conteúdo do volume 2 das Crônicas de Gelo e Fogo, “A fúria dos reis”. O título do livro já nos dá uma idéia da situação de Westeros (o continente fictício onde se desenvolve a maior parte da história), que depois dos acontecimentos da 1ª temporada, vê-se repartido e sob o domínio de cinco reis diferentes. O reinado de Joffrey encontra-se ameaçado por Robb Stark, que agora é Rei do Norte, e pelos irmãos do falecido rei Robert Baratheon, Renly e Stannis, ambos reclamando para si o disputadíssimo Trono de Ferro. Enquanto isso, Daenerys Targaryen, do outro lado do oceano, tenta conseguir os meios necessários para voltar a Westeros e dominar o continente, com os poucos Dothrakis que decidiram acompanhá-la e os seus filhotes de dragões. Ao lado disto tudo, os homens das Ilhas de Ferro, terra natal de Theon Greyjoy, enxergam uma oportunidade de também reclamar uma coroa.

Além dos personagens centrais já conhecidos pelo público, houve adição de novos nomes ao elenco. Entretanto, os fãs mais ranzinzas que esperavam episódios tão semelhantes e fieis aos acontecimentos do livro quanto os do primeiro ano da série, parecem ter se decepcionado bastante. Para começar, alguns eventos do terceiro volume, “A tormenta das espadas”, foram adiantados para a segunda temporada. Ou seja, houve uma mixagem da história do segundo livro com alguns acontecimentos que só ocorrem no volume seguinte. Mas esta não é a questão que vem despertando reclamações dos mais fanáticos: acontece que, nesta temporada, os roteiristas e produtores David Benioff e Dan Weiss resolveram tomar mais liberdades com o enredo. Algumas alterações na história original foram sentidas pelos leitores assíduos dos livros. Personagens queridinhos ficaram de fora e muitas passagens presentes nos romances foram cortadas ou modificadas.


Como para todo grande fenômeno de cultura pop, existem fãs babacas e imaturos, houve gente xingando a HBO e as mães dos produtores de GoT, ameaçando boicotar a série e bater a cabeça na parede até que os deuses de Westeros tomassem alguma providência em relação à “audácia” do canal ao fazer o necessário para transpor uma obra literária para a televisão: adaptá-la. Cada mínimo detalhe dos livros que não teve espaço na TV já era o suficiente para despertar a fúria de alguns fãs extremistas, que nunca perdem a oportunidade de inundar a internet com reclamações inúteis. E o que pode ser maior que a ira de um fã de Guerra dos Tronos que ficou sem os personagens Jojen e Meera na série? Talvez o ego de um Lannister, mas isto não vem ao caso.

Diante de tanta polêmica, e enquanto esperamos pela season finale, pontuei alguns dos elementos que tiveram maior destaque nesse ano, que geraram diversas manifestações do público e, é claro, contribuíram para acrescentar ainda mais sucesso à produção, ou, no mínimo, incentivar toneladas de comentários vindos de todos que a acompanham. Sei o que devem estar pensando agora: corta a baboseira e vamos direto ao ponto! Pois claro, atendendo aos vossos pedidos, partiremos para as impressões acerca da segunda temporada. 

Os novos rostos – Este ano, as adições ao elenco não foram poucas. A maioria dos personagens introduzidos em “A fúria dos reis”, e indispensáveis para a história, também tiveram presença marcada na série. O irmão mais velho de Robert Baratheon, que é bastante citado na primeira temporada, finalmente dá as caras. Stannis Baratheon, descrito nos livros como um homem sério e inflexível, até que foi bem incorporado pelo ator Stephen Dillane. Porém, não consegue ter a mesma presença em cena que o seu fiel seguidor conhecido como “cavaleiro das cebolas”, Sor Davos Seaworth, vivido por Liam Cunningham. Algumas das melhores cenas desta temporada foram aquelas com participação de Davos, que sempre possui ótimos diálogos.

Outro acréscimo foi o da atriz Carice van Houten, assumindo o papel de Melisandre, a Sacerdotisa Vermelha que conseguiu inserir um pouco de chamas à personalidade gélida de Stannis. É uma das figuras mais misteriosas, sensuais e temíveis das Crônicas de Gelo e Fogo, características que couberam bem no perfil da atriz escolhida para o papel.


Fomos apresentados também à família de Theon Greyjoy, os Ironborn. Provavelmente, os homens mais duros de todos os Sete Reinos, depois de Stannis.  São residentes das Ilhas de Ferro, lugar inóspito e impróprio ao cultivo, o que fez com que seu povo se dedicasse à navegação e à guerra. Para reconquistar a glória outrora possuída, os Ironborn aproveitam-se da desordem geral provocada pelas guerras para também reclamarem para si o domínio de alguns territórios, entre eles as terras dos senhores do Norte. É quando Theon volta ao seu lar, depois de ter ficado anos em Winterfell, que conhecemos seu pai, o implacável Balon Greyjoy (Patrick Malahide) e a provocadora de sua irmã Yara (originalmente “Asha”, mas que teve o nome mudado na série para evitar confusão com “Osha”, a selvagem amiga de Bran), vivida por Gemma Whelan. Esta em especial recebeu críticas raivosas de todos os lados: grande parte dos leitores achou a atriz insossa demais para a personagem e desprovida de maiores atrativos físicos.

Outro destaque deste ano foram as duas “damas” ao redor do Rei Renly Baratheon. Uma é Margaery Tyrell, sua jovem esposa, interpretada pela sempre sensual Natalie Dormer (a Ana Bolena de “The Tudors”) e a outra, não exatamente uma dama, é Brienne de Tarth (Gwendoline Christie). Brienne é mais um cavaleiro de bom desempenho com espada e escudo do que qualquer outra coisa. É ai que Gwendoline Christie se revela como outra ótima escolha para o elenco: quando esta de armadura é confundida facilmente com um homem. Alta, forte, desajeitada e sempre disposta a exercer seu dever como cavaleira juramentada, revelou-se uma das personagens mais carismáticas desta temporada.

Mais um que vale citar é o misterioso Jaqen H’ghar. Para não revelar muito da trama, comentarei apenas que o ator escolhido para interpretá-lo, Tom Wlaschiha, está sensacional no papel. Sua atuação nos estimula a querer conhecer mais o personagem, aparentemente tão interessante e fascinante. Provavelmente alguns dos mistérios o envolvendo começarão a ser revelados no último episódio.

O que faltou de elogio para a irmã de Theon, sobrou para a atriz Rose Leslie, escolhida para viver Ygritte. Lógico que grande parte desses elogios foram motivados pela beleza estonteante de Rose, chegando até a ser excessiva demais para uma selvagem, mas é inegável sua ótima atuação, que, no fim, é capaz de convencer os telespectadores da origem da personagem. Seus movimentos e a forma de falar são aqueles que esperaríamos de alguém que sempre viveu na desolação gelada do norte do continente.  Tão bom é o desempenho da atriz, que fica clara a inferioridade da atuação do Kit  Harington, como Jon Snow. Apesar da química entre os dois ter se mostrado excepcional, é difícil superar o tratamento entediante que Kit dá ao seu personagem. Um pouco mais de atitude não seria mau né? 

Arya e Twyin Lannister – Assim como em “Fúria dos Reis”, a Arya também foi uma das personagens mais destacadas nesta temporada. Depois de fugir de Porto Real disfarçada de garoto, a filha mais porreta de Ned Stark teve que testemunhar muitos horrores em sua jornada para retornar a Winterfell. Como  tio Martin não alivia nada para nenhum dos personagens, Arya acaba sendo capturada por soldados dos Lannister e levada a Harrenhal, onde Lorde Tywin estabeleceu a sede de suas forças durante a guerra. 

É ai onde se inicia a melhor parte do núcleo da personagem durante a segunda temporada: as divisões em cena com o veterano Charles Dance, o Tywin Lannister em pessoa. Acho que não preciso nem lembrá-los da austeridade e competência que emanam da interpretação do ator, o que torna ainda mais impressionante o desempenho da menina Maisie Williams. Com 15 anos e sem muita experiência na carreira de atriz, Maisie não se deixa ofuscar, em nenhum momento, pela presença em cena de seu parceiro. A química entre os dois é incrível. Os diálogos afiados de Arya, seus olhares desafiadores e a segurança com que lida com as cenas de tensão sugerem um amadurecimento precoce da personagem, resultado dos percalços ao quais se viu forçada a enfrentar.  

Mindinho e sua máquina de teletransporte - Nem a Daenerys em sua jornada pelo Deserto Vermelho, muito menos Jon Snow desbravando as terras inóspitas para lá da Muralha, locomoveram-se tanto nessa temporada quanto Mindinho. O personagem aparecia em um local diferente em praticamente todo episódio, movendo suas palhinhas, arquitetando astuciosamente, convencendo os mais vulneráveis com seus discursinhos envenenados. Não há dúvidas de que Mindinho é um dos maiores jogadores na Guerra dos Tronos, nunca se sabe qual será a próxima carta escondida na manga que ele irá por em cima da mesa. Petyr Baelish é elemento de alta periculosidade, Eddard Stark que o diga, e esse ano estivemos mais expostos às suas travessuras pelo território de Westeros.  

Ros – A prostituição é a atividade mais requisitada nos Sete Reinos. Em Porto Real, cidade mais importante do continente, os bordéis de Mindinho são sempre altamente freqüentados, principalmente em tempos de guerra, com soldados e gente de todo lugar indo e voltando. Neste ambiente, entre tantas outras mulheres que sobrevivem por meio desta atividade, existe Ros, a prostituta mais conhecida pelos que assistem à série. A personagem, contudo, foi criada apenas para a TV, não havendo registro dela nos livros. De vez em quando, há uma cena em que Ros contracena com outros personagens importantes da trama, e nesta temporada, suas aparições também estão freqüentes... e mais cruéis. Alguns fãs acham estas cenas “desnecessárias”, por não possuírem tamanha importância para a história como outros acontecimentos que deveriam estar presentes na série. Porém, os momentos com a personagem são sempre bem executados, graças ao poder carismático da atriz Esmé Bianco. Personagens secundários como Ros, mesmo não estando presente nos eventos principais, são indispensáveis, principalmente por oferecerem alívios à tensão do roteiro e mostrarem realidades paralelas àquelas que envolvem os conflitos dos grandes senhores. Ainda mais, por que ela representa as inúmeras prostitutas que aparecem nas Crônicas de Gelo e Fogo.  Em meio à guerra e às constantes ameaças vindas de todas as partes, a vida dessas mulheres é uma verdadeira provação e a personagem Ros incorpora toda a força e desenvoltura desta classe. Sendo assim, viva Ros! 

Lobos – Os companheiros dos irmãos Stark estão maiores, mais ameaçadores e finalmente dignos de serem chamados de “lobos gigantes”. Na primeira temporada, mal se notava que havia algo de especial nos animais. Pareciam apenas lobos normais, como qualquer outro encontrado nas florestas do norte. Mas a equipe da HBO se redimiu e caprichou na aparência destes que também são personagens importantíssimos de Game of Thrones. A transformação pôde ser sentida logo no primeiro episódio, quando a aparição de Vento Cinzento no acampamento de Robb, durante o diálogo do Rei do Norte com o Regicida, provocou arrepios não apenas no irmão e amante da rainha Cersei, mas também nos telespectadores. Em compensação, no restante da temporada, as participações dos animais foram pequenas, assim como as cenas com os filhotes de dragões. Cortes de orçamento, né HBO?  

A vastidão do mundo das Crônicas de Gelo e Fogo – Tivemos uma dimensão muito maior do cenário gigantesco que compõe o universo criado por Martin. Em “A fúria dos reis”, muitos personagens, como Arya, Daenerys e Jon, deslocam-se bastante entre os territórios de Westeros e para além deles. Ou seja, nesta temporada a série adquiriu bem mais ar de verdadeiro épico. Um ponto positivo da HBO foi o de procurar gravar boa parte destas cenas em locações reais. Nada de computação gráfica, mas sim o aproveitamento dos cenários naturais oferecidos pelas belíssimas paisagens da Croácia e da magnífica Islândia, ilha gelada que promoveu a atmosfera perfeita para a gravação das cenas ao norte da Muralha, com Jon Snow e companhia. 


Já aqueles lugares que só são possíveis por meio de CGI, como Harrenhal, Pyke e Qarth, também não deixaram a desejar e, para um orçamento televisivo, foram muito bem feitos. Só faço uma ressalva em relação à Qarth. Como a maior cidade que já existiu ou existirá, esperava ver muito mais de suas ruas, seus mercados, seu movimento e suas belezas. Pouco do que a cidade tinha a oferecer foi explorado. Por falar em efeito especial, não poderia deixar de citar a comentadíssima cena do parto de Melisandre, extremamente bem executada.

Um reino em crise e no centro dele um anão – Não tem jeito: Tyrion Lannister é a estrela dessa série. Se na temporada anterior, o carisma e as peripécias do anão já roubavam a cena, este ano ele voltou com presença triplicada, e apaixonado. Tyrion é o personagem mais importante do segundo volume. Prova disso, é que a maioria dos capítulos são dele (15, no total, enquanto para Daenerys, por exemplo, só foram reservados 5 capítulos). Depois de passar por mal bocados, com sua captura por Catelyn Stark, o anão assume as rédeas do jogo dos tronos, pondo em prática toda sua sagacidade. Acompanhamos, então, o pequeno Lannister enquanto ele executa seus planos para tentar mudar as coisas em Porto Real, sempre usando de sua inteligência impressionante. Suas tiradas ácidas e os confrontos com Cersei estavam muito bem afiados nesta temporada. Cada aparição do ator Peter Dinklage é simplesmente sensacional. Todos os elogios nunca serão de menos para seu trabalho, que esperamos render mais prêmios ao ator este ano.
 
Mais ação medieval – É claro que não devemos esquecer que, apesar da excelente produção, Game of Thrones não possui um orçamento cinematográfico. A TV também não dispõe de tanto tempo, e cerca de uma hora por episódio não é suficiente para dar conta de todos os acontecimentos. Por isto, as cenas de guerra que tanto queremos ver muitas vezes têm de ser reduzidas, ou até mesmo, retiradas dos episódios. Na primeira parte do segundo volume das Crônicas de Gelo e Fogo, existem muitas batalhas acontecendo ao mesmo tempo. Nos primeiros episódios desta temporada, vimos apenas os resultados destes confrontos e não o calor do combate em si. 

 
Adaptar as cenas de guerra é um grande desafio para a HBO e havia bastante preocupação dos fãs sobre a forma como as batalhas de maior escala seriam feitas. Porém, no final de “A fúria dos reis” acontece um enorme combate que não poderia ter sido ignorado pelos roteiristas. E no último episódio antes da season finale, com a batalha de Blackwater, a HBO encheu o coração dos fãs com a mais genuína alegria. Um episódio inteiro dedicado à guerra entre Porto Real e as tropas de Stannis, com ótimas cenas de luta, excelentes efeitos e doses generosas de violência e dramaticidade. 

Sim, meus caros, o que a HBO economizou de orçamento nessa temporada, cortando gastos com outros possíveis detalhes da adaptação, foi para que “Blackwater” se tornasse possível. Quer presente melhor do que aquela cena extraordinária com a explosão dos navios provocada pelo “Fogo Vivo” dos alquimistas de Porto Real? No fim, as suspeitas a respeito do uso da substância se extinguiram com um show de destruição, horror e chamas verdes, de deixar o público boquiaberto. Inesquecível a lembrança das peles dos aliados de Stannis derretendo-se sob o Fogo Vivo e dos gritos de pavor dos homens atingidos, com o corpo em chamas sobre as águas. E sobre as muralhas da Fortaleza Vermelha, as expressões daqueles que observavam aquela paisagem aterradora e fascinante: um espetáculo esmeralda. Digo, sem hesitação, que esta foi a melhor cena de toda a série. A HBO fez, definitivamente, um trabalho magnífico e agradou completamente aos fãs, tanto que poucos ousaram reclamar do episódio (evento raro).   
 

Se eu for me basear apenas no penúltimo episódio desta temporada, eu diria, sem dúvidas, que a HBO conseguiu passar pelo teste de fogo, literalmente. Provou que é possível adaptar cenas mais difíceis para uma produção televisiva. Conseguiu bater recordes de audiência este ano e alavancar a série a um patamar mais elevado. Sim, Game of Thrones ta acima da média da maioria dos seriados de TV, não é novidade. A série tem bem mais personagens, mais histórias entrelaçadas e acontecimentos paralelos nessa temporada. Assim, é compreensível que outras coisas tenham ficado de fora da adaptação, afinal não é possível encaixar todos os elementos dos livros do Martin sem que eles fiquem confusos para o público da série. Mas como agradar a todos os fãs é mais difícil do que arrancar um sorriso do Stannis, exponha nos comentários o que você achou sobre a segunda temporada! Estes foram apenas alguns tópicos que escolhi debater, como não era possível falar sobre tudo em um post único. Mas quais foram outros elementos importantes que esqueci de citar? O que poderemos esperar do último episódio? Manifestem-se abaixo.

[TV] Estréia do Saturday Night Live Brasileiro

Luan Alencar


Vamos todos nos reunir, erguer as mãos e dar glória ao pai por certo dia Marcos Buaiz ter copulado do jeito que Jesus aprova com a queridíssima Wanessa Camargo, e por conseguinte fecundado-a. Aquele espermatozoide vencedor, hoje um pequeno feto no ventre da filha de Zezé di Camargo e Luciano, foi responsável pela melhor coisa que poderia acontecer na vida do comediante Rafinha Bastos. Que demissão em boa hora, meus caros.

Quer você goste ou não do lado polêmico e de seu tradicional humor negro, é preciso admitir que Rafinha Bastos se tornou um baita nome no cenário do humor brasileiro. Podem mimimizar, mas talento o cara tem. Não é a toa que hoje é dono do primeiro bar de stand-up brasileiro, tá com dois programas na televisão e faz shows pelo país inteiro lotando tudo quanto é buraco. E esse potencial todo, meus amigos, estava sendo lindamente desperdiçado num programa que um dia foi até melhor que o Pânico, chamado CQC. Ver o cara responsável pelas melhores matérias do programa (porra, quem não lembra do Proteste Já! da televisão de plasma?) limitado a piadecas pontuais na bancada era de dar dó. 

Acontece que depois de todo aquele fuá que você já sabe de cor e salteado, Rafael Bastos Hocsman (valeu, Wikipédia!) foi parar na Rede TV! com nada mais, nada menos que a versão brazuca do Saturday Night Live. E tudo que parecia contra a iniciativa, como os fatos de ser na Rede TV! e ter Saturday no nome e passar no domingo, acabou, graças às sacadas sensacionais de Rafinha, se tornando assunto das piadas mais hilárias do show. 

Caso não conheça, o SNL é um programa humorístico americano tradicionalíssimo (começou em 1975!) e com uma puta importância, revelando gente boba como Eddie Murphy, Will Ferrel, Bill Murray e Mike Myers.  O foco do programa são as esquetes satirizando o cotidiano americano e a política. E esse espírito foi muito bem explorado na versão nacional. 

A começar pela hilária e afiada sátira da entrevista da Xuxa ao Fantástico. Atual, inteligente, bem atuada e produzida, mostrou a que o SNL veio. Depois do agora "Ao vivo de São Paulo, é Saturday Night!", a abertura impressiona por ser idêntica à original. Só incomodou os merchas no meio de algo tão legal. Mas nada que uma piada sobre "vender-se a patrocinadores" logo depois não resolva. 

Rafinha mostrou-se tranquilo (na medida do possível) e engraçadíssimo no seu discurso ao vivo de abertura. E provou que a Rede TV! é a emissora certa pra ele. É assustadora a liberdade que o cara tem ali dentro. E aí vieram as esquetes. É complicado elevar o padrão crítico e querer logo comparar com as atrações da versão gringa. É muito claro que tudo ali tá engatinhando. Fazer números de humor ao vivo na televisão não é tarefa fácil, e o time de comediantes escolhidos por Bastos saiu-se pelo menos na média. 

Digo isso porque algumas das esquetes mostraram-se bem sem graça, como o "Jogo da Verdade", por exemplo. Mas o que não dá pra deixar de notar é que em todas está presente o humor ácido e agressivo do líder do programa. Portanto, é questão de tempo pra chover protestos, comentários raivosos e processos na porta da Rede TV!. 

Outro ponto que preocupa é a tradição de ter um convidado musical por programa. Televisão quer dinheiro, e chamar a galera nacional que a gente curte jamais renderá tanto quanto um Michel Teló. Por enquanto ficamos com a qualquer nota Marina Lima. Quanto aos hosts novos a cada semana, ao que  parece que Rafinha vai apresentar permanentemente. 

O destaque da edição desse domingo foi, sem dúvida o Weekend Update. Um quadro que eu sempre pulava quando ia assistir ao Saturday Night Live gringo, por não estar por dentro das piadas internas e notícias americanas, e acabou me surpreendendo e se mostrando a melhor coisa do programa. Com piadas políticas infinitamente melhores do que o CQC anda fazendo (chora, Band!), comentários para lá de sagazes a respeito de variadas notícias envolvendo celebridades nacionais e internacionais e a melhor piada da noite em uma entrevista com o Cirilo (Marco Gonçalves) de Carrossel, envolvendo SBT e Rede TV!.

Ainda engatinhando mas com uma cara própria, SNL bateu o pé na porta e se mostrou um concorrente à altura do Pânico nas noites de domingo. Vale muito a pena conferir, mesmo que você ainda seja contra sexo com fetos. 

[DEVANEIOS] UFC e violência como escapismo

Luan Alencar


De repente, tal qual as modinhas das calças coloridas, dos bolsos escapando dos shorts e da veneração de cantores com cara de pato, explodiu a mania do UFC no Brasil. Eu não sou o ser humano mais experiente no assunto, mas poderia chutar que o motivo do boom foi a aparição do Anderson Silva, chamado por aí de o "novo Ayrton Senna", de tão venerado que o cara é. E o Devaneios de hoje é a respeito da MINHA OPINIÃO sobre tudo isso.

Me deu vontade de escrever sobre isso quando, numa segunda-feira em que fui entregar uns filmes na locadora, estava passando no recinto o tal do "Anderson Silva: Como Água". E aí veio à tona a luta que vai rolar entre Silva e um tal de Chael Sonnen. Se você, como eu, caga e anda foda pra isso e não faz ideia de quem seja esse maluco, pelo o que eu entendi, é um maluco que xingou o atleta brasileiro e o nosso intocável país e marcaram uma luta entre eles pro próximo final de semana do Super Bowl. 


A reação da galera que tava na locadora foi de euforia. "Esse cara vai se arrepender de ter nascido", "Vai ser o primeiro Fatality da história do UFC", e frases do tipo. Vamos voltar um pouco no tempo e lembrar-nos daquele episódio envolvendo uma declaração do Robin Williams na época da eleição do Brasil pra sediar as Olimpíadas. O cara foi em um programa com uma puta audiência e disse que a gente ganhou porque deu cocaína e prostituas para os organizadores (gênio). Nós, um país que não dar o menor motivo para tirarem sarro da gente, evidentemente ficamos com vontade de sacarmos nossas 38, bazucas e Hatori Hanzos e partirmos pra cima do pobre do Pet Adams. Por que não fizemos isso? Porque somos teoricamente civilizados, regidos por uma norma pré-estabelecida, chamada de moral, que nos impede de cometer essas barbáries. 

O que o UFC representa é justamente uma espécie de mundinho onde você pode jogar fora esses conceitos e liberar toda sua fúria animal. Com Robin Williams não aconteceu nada e a galera teve que engolir seco aquela declaração, com gostinho de liberdade de expressão. Mas eu vou te contar como é que isso virou esse império tão grandioso:

O cidadão americano tem sua vida padrão. Na segunda-feira ele acorda depois de um final de semana em que seu time perdeu no baseball, o que acarretou em uma frustração tão grande que ele não conseguiu ~comparecer~ naquela noite, deixando-o ainda mais deprimido. Se arruma e vai pro primeiro dia de trabalho na semana, faz uma merda qualquer e leva um glorioso cagaço do boss. A vontade é de quebrar os dentes do gorducho engravatado, mas para não perder o salário no final do mês, apenas abaixa a cabeça e aceita o fardo. Na terça-feira ele fura o pneu do carro. Na quarta, tem que ir no colégio do filho porque ele fez alguma traquinagem e foi parar na coordenação. Na quinta briga com a esposa que estourou o limite do cartão. E na sexta, novo carão do chefe, porque não entregou os relatórios do dia. 

Imagina a raiva acumulada nesse homenzinho. Então, qual a terapia dele? Ir pra um estádio com centenas de pessoas em volta de um octógono, onde dois homens irão se digladiar até que um deles caia inconsciente no chão. Cada soco, roundhouse kick, mata-leão ou chave de braço de um brutamontes no outro, é o equivalente a uma porrada no chefe maldito, na coordenadora do colégio, no prego que furou o pneu do carro e na esposa que gastou mais do que devia. 

Deu pra notar que eu sou totalmente contra essa cultura, mas não tô julgando quem curte. Bom pra você, que agora tem todos os canais do universo falando só disso. O que eu gostaria de levantar aqui é até onde vai o uso da violência como forma de escapismo ou de resolução de problemas. Eu fico até meio assustado, porque isso é idêntico aos Coliseus romanos e a política do "pão e circo" utilizada pra alienar entreter a população. 

Eu sei que é contra as regras desses "esportes" um maluco matar o outro, mas fico me perguntando se no dia em que isso acontecer, qual será a reação de quem assiste. Por exemplo, se Anderson Silva hipoteticamente matasse o Chael Sonnen, depois de todo o alarde criado em torno da luta, você realmente acha que as pessoas iriam se compadecer diante de uma morte em frente a eles? Na minha visão, o mais provável seria saudação fervorosa para o maior lutador de todos os tempos que não deixou impune o homem que falou mal de seu país de origem.

Eu sinceramente não vejo muita diferença entre um bullying metido a fortinho ameaçando o nerd com um "te pego na saída" e essas promessas de lutas televisionadas e idolatradas por tanta gente. E me deixa triste saber que o maior ídolo do esporte brasileiro hoje seja um representante dessa galera. Novo Ayrton Senna? Senna, que eu saiba, levava milhões de brasileiros à loucura (e às lágrimas) sem precisar derramar uma gota de sangue. Falo isso sem nem gostar de Fórmula 1, mas é que é fácil reconhecer um "herói" de verdade. 

[ESPECIAL VINGADORES / TV] Os Supremos 1 e 2

Yago Pontes


What's Up, Fellas? Dando continuidade à supimpa semana Vingadores, hoje vamos comentar as animações direto para DVD, Supremos e Supremos 2. Shall we?

Pra começar vamos tratar um pouco do que é "Os Supremos". No Universo Ultimate, que conta com o Cabeça de Teia (que pereceu há pouco tempo e foi substituído por Miles Morales), os X-Men, e outros, porém não possuía uma versão da equipe magna da Marvel. Assim, Mark Millar e o desenhista Bryan Hitch adaptaram os Vingadores e a S.H.I.E.L.D. para o Ultiverso.

Em Os Supremos, temos a formação da equipe (dãã) e tudo é mostrado a partir do congelamento/descongelamento do Capitão América, que no Ultiverso foi provocado pela vinda do exército alienígena Chitauri, que infiltra-se no exército nazista e tem como comandante na Terra, o General Kleiser. Entretanto, o antagonista principal da parada é o Hulk (no que é claramente uma referência às primeiras aventuras dos Vingadores nos quadrinhos), que enlouquece após o Doutor Bruce Banner testar em si mesmo uma variação do soro do super soldado para tentar controlar o Gigante Esmeralda. Obviamente não dá nada certo e os Supremos, com a ajuda da Dra. Betty Ross salvam o dia.

O filme possui várias sequências incríveis tiradas da HQ, como o ataque americano onde soldados descem de pára-quedas, tiradas engraçadas tal como o fato deles encararem o Thor como um eco-ativista superpoderoso, mas peca um pouco na escolha das vozes para a dublagem. Mas em resumo é um filme de animação bem empolgante.


Em Os Supremos 2, a batalha contra os Chitauri tem sequência, e agora eles contam com a ajuda do Pantera Negra, uma vez que os aliens tentam invadir Wakanda para conquistar um meteorito, composto de vibranium que é o material usado para a construção bélica Chitauri. Além disso, temos a ausência do Hulk nas cenas de batalha, já que devido aos estragos causados no filme anterior, o Dr. Bruce Banner segue enclausurado para explicar o que aconteceu na luta passada. Ah, e temos uma tragédia que ocorre no clímax da animação, custando a vida de um Supremo. Apostas?

A sequência apresenta batalhas empolgantes como o filme anterior, e um aprofundamento na adaptação e amadurecimento do Capitão como líder da equipe. E também como em "Supremos", peca na escolha das vozes, que parecem não condizerem bem com os personagens. Apesar disso, Os Supremos 2 é um filme muito bom da Marvel com a Lionsgate. Um dos poucos, mas que cumpre bem o seu papel.

Curtiu? Descurtiu? Comenta aí embaixo, cabrón, e até a próxima =).

[ESPECIAL VINGADORES / TV] Resenha - Os Vingadores: Os Heróis Mais Poderosos da Terra

Bruno Almeida


Esta nova animação da Marvel está sendo tão bem recebida que já foi comparada com o grandioso desenho animado da Liga da Justiça. É mole?





Poucas são as animações de super-heróis que conseguem ser admiráveis e, ao mesmo tempo, fazer sucesso. E muito menos aquelas que não são feitas somente para crianças, apresentando desenvolvimento de personagens aprofundado, tramas intrigantes e com os dramas um tanto elevados, e mesmo assim não deixam de ser um atrativo para o público com menos de 12 anos de idade. O grande exemplo que podemos dar de uma animação como essa é a da Liga da Justiça, que fez MUITO sucesso no passado e possuía todas as características citadas - e muitas outras mais. Mas e Os Vingadores - Os Heróis Mais Poderosos da Terra? É tão bom quanto? Não, mas se aproxima um bocado.

E é justamente no quesito "desenvolvimento" que o desenho se destaca. É dedicando um episódio por personagem para que nos acostumemos a ele que, após um tempo, todas as suas atitudes, reflexões e opiniões se tornam plausíveis. A ação é grandiosa, mesmo que em alguns momentos as batalhas durem tempo demais( por exemplo: em um dos primeiros episódios, uma batalha dura metade do tempo total, e se resume aos heróis batendo no vilão, e vice-versa). Tal escolha deve ser para agradar os pequeninos telespectadores - mas não justifica o exagero.

O traço do desenho é competente: detalha o necessário, e não se preocupa em ficar mostrando besteiras, como diversas dobras nas roupas dos personagens. As cores são extremamente realçadas, mas nada mais justo para uma animação de super-heróis, não é mesmo? As piadas são controladas e funcionam - acho uma em particular ótima, que é quando Jarvis, o mordomo virtual de Tony Stark/ Homem de Ferro faz uma lenta contagem regressiva para a explosão de uma base, o que impulsiona o seu "chefe" a gritar rapidamente: "Pula direto pro final, Jarvis!"

Outro detalhe interessante que achei na animação foi o timing. Diferentemente do longa-animado "Os Supremos", em que os personagens demoravam para falar em situações importantes, e em situações simples falavam demais, em Os Heróis Mais Poderosos da Terra está tudo perfeitamente no lugar. E gostaria de parabenizar o roteirista, por se preocupar tanto com a competência desse projeto.


Vale a pena assistir essa série animada, não só porque é boa, mas porque está rolando um boato de que ela será cancelada. Ou seja: mais um motivo para aproveitarmos ela enquanto pudemos!

Nota: 8,5

Dexter - Sexta Temporada: Episódios 1 ao 5

Sexto ano, mas com cheirinho de novo. [Contém alguns SPOILERS dos 5 primeiros episódios, mas nada demais.]

"Mas livrai-vos de todo o eu, amém..."
É de costume que as séries americanas que realmente emplacam tenham ótimos começos, porém alguns tropeços ao longo de suas jornadas. Com Dexter não foi diferente. Depois de quatro temporadas cheias de glória, tivemos uma quinta fraquíssima, que quase me fez perder as esperanças em uma das minhas séries preferidas. Mas ao que tudo indica, a atual temporada veio pra colocar tudo nos eixos novamente.

As fotos e vídeos de divulgação já anunciavam que esse ano, a série giraria em torno de temas religiosos. E foi um baita acerto. Nos três primeiros episódios, tudo anda em perfeita harmonia para Dexter, que tem em suas únicas preocupações planejar seus assassinatos, colocar seu filho Harrison na escola e trabalhar na Homicídios. Paralelo a isso, vamos vendo Gellar, um líder religioso lunático aparentemente treinando um discípulo, Travis, e o obrigando a fazer maluquices com outras pessoas. No nível de assassinar um singelo vendedor de frutas e colocar em sua barriguinha sete amigáveis cobras.

TOP 5 - Os Imortais da Sessão da Tarde

Os reais Highlanders da TV brasileira...



Nota: Antes de mais nada quero ressaltar esse meu retorno do mundo dos mortos como uma fênix que renasce para a vida ( Tocante, não?) Porque estive um bom tempo sem escrever posts, tudo culpa do maldito vestibular, mas prometo que vou tentar arrumar mais tempo livre pra poder escrever mais pro blog e mantê-lo atualizado.


Quem nunca se empolgou assistindo aos clássicos da sessão da tarde? Nas tardes ensolaradas, corria pra televisão se esquecendo de tudo ( Adiando a tarefa da escola, como eu fazia xD) pra curtir "as aventuras dessa galerinha que vai aprontar muitas confusões"? Graças a dica soberba do Nerdnauta Ricardo Martins que teve essa idéia sensacional, vamos tentar fazer um Top 5 decente. Claro que esses filmes fazem parte da minha humilde opinião, então vamos lá...

TOP 5 - Filmes Colegiais Oitentistas

A Era de Ouro da Sessão da Tarde.


Bons tempos aqueles em que a Sessão da Tarde apresentava filmes dignos. Nada de High School Musical ou Camp Rock, apenas filmes que retratavam o cotidiano das escolas como elas eram, e que mostravam tudo o que um ser normal queria fazer na escola. Então, vamos a lista...

PodCast Nerdverso #5: Manual Nerd

E aí, GARELA. 


O seu mais novo dia preferido da semana chegou. E o PodCast Nerdverso também, né. Luan Alencar, Yago Pontes e Natasha Ishida discutem sobre a raça mais superior da humanidade: Os NERDS e tudo aquilo que nos cerca. Se você é um aspirante, mas não sabe bem ao certo o que significa, aprenda quais os tipos de nerd, filmes que você deve assistir, jogos, séries e algumas outras awesomeness a mais.

DVD - Coração Louco

O oscarizado Jeff Bridges dá o tom na história da decadência de Bad Blake


Todos sabem que sucesso raramente é algo que dura pra sempre. Histórias de músicos que costumavam estar no auge e caem no esquecimento são mais comuns do que se imagina. E é dessa premissa que surge Coração Louco

Principais vencedores do Globo de Ouro 2011

Sem grandes surpresas, A Rede Social acaba sendo grande vencedor da noite.


O Globo de Ouro tem aquele estigma de ser uma mera prévia do Oscar. A verdade é que a premiação não tem toda aquela importância. Mas nós acabamos vendo mesmo porque, enfim, são os atores e atrizes que a gente gosta, sendo homenageados, e isso é melhor do que ficar sentado na frente do computador, twittando sobre o quanto seu domingo está sendo tedioso.

Série de TV - How I Met Your Mother

Em sua 6ª temporada, a sitcom da CBS conquistou vários fãs no mundo inteiro e muitos deles no Brasil.
Procurando alguma série para ver mas não tem muito tempo livre? Perfeito. Com episódios de 20 minutos, How I Met Your Mother apresenta uma trama leve, envolvente e altamente viciante, ideal para as tardes chuvosas de sábado ou aquele intervalinho no trabalho/colégio/faculdade/qualquerlugar.

Série de TV - Modern Family

Premiada sitcom da FOX ao estilo mockumentary é nossa dica de série da semana.


Um marido lunático (Phil), uma esposa típica "dona de casa e mãe americana" (Claire) e três filhos (Luke, Haley e Alex); um casal homossexual - que acabou de adotar uma criança - onde um é contido (Mitchell) e o outro espalhafatoso (Cameron); um senhor (Jay) casado com uma mulher bem mais nova (Gloria) que tem um filho ainda criança (Manny). Esses três arquétipos, por mais distintos que pareçam, pertencem a uma mesma família: Claire é irmã de Mitchell, que por sua vez são filhos de Jay. Confuso? Não se preocupe, essa mistura louca é o ponto alto da série, como quando vemos, por exemplo, Manny agindo como adulto fazendo sua "irmã" Claire desabafar seus problemas para ele.

Série de TV - Dexter

Aproveitando o final da quarta temporada (aqui), da quinta (lá fora) e do início de exibição na TV aberta, Dexter estreia a nossa Coluna TV.


Dexter Morgan vive em Miami, trabalha como analista de sangue, tem uma irmã boca suja, um namoro com uma mãe de dois filhos e nas horas vagas, mata pessoas. Uma vida normal, exceto, é claro... por namorar uma mãe de dois filhos. Ok, brincadeiras à parte, é sobre esse assassino serial que se trata a série de sucesso da Showtime, exibida por aqui pelo FX e pela Rede TV!